Boas ofertas levam 83% dos brasileiros a experimentar novas marcas

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Imagem: Shutterstock

Oito em cada dez brasileiros (83%) estão dispostos a experimentar marcas que nunca consumiram quando se deparam com uma boa oferta, de acordo com uma pesquisa realizada pelo iFood Ads em parceria com a Opinion Box. O estudo também aponta que 68% dos consumidores afirmam trocar de marca ao encontrar uma opção melhor ou mais barata.

Conduzido em março de 2026, o estudo contou com 1.671 entrevistas e reúne ainda dados internos da companhia. Entre eles, está o indicador de que 88% dos carrinhos no iFood contêm ao menos um produto que o usuário nunca havia comprado antes, revelando um consumidor aberto a experimentar novas marcas.

“O brasileiro contemporâneo é curioso, movido por ofertas e disposto a comprar de uma nova marca para ter uma experiência melhor. O iFood evoluiu junto com os brasileiros para ser mais que um app de entrega. Esta pesquisa confirma que somos uma plataforma de descoberta — e que essa descoberta, quando acontece, vira hábito”, explica Ana Paula Duarte, diretora sênior do iFood Ads.

Com 81% dos respondentes afirmando pensar no iFood quando pensam em delivery, a pesquisa evidencia a força da plataforma no cotidiano do consumidor. Nesse contexto, o iFood Ads identificou que 73% das buscas realizadas no aplicativo nos últimos 12 meses utilizaram termos genéricos, em vez de uma marca específica. Em outras palavras, o usuário pesquisa por itens como “cerveja”, “shampoo” ou “refrigerante”. Na prática, isso significa que mais de dois terços dos consumidores entram no aplicativo sem uma marca ou loja definida, delegando ao algoritmo e à visibilidade das marcas a decisão final de compra.

“Metade das pessoas que encontram um produto novo no iFood passa a comprá-lo regularmente. Isso muda completamente a forma como marcas e anunciantes devem pensar sua presença no app”, destaca.

Esse comportamento é acompanhado por uma abertura generalizada ao consumo não planejado. Segundo a pesquisa “Pulso do Brasil”, 68% dos entrevistados afirmam comprar produtos que não estavam em sua lista quando algo chama sua atenção.

Comportamento geracional

Mais do que uma ferramenta de conveniência, a plataforma reforça sua presença na economia brasileira. Com uma média de 180 milhões de pedidos por mês em 2025 e 65 milhões de usuários ativos, o ecossistema do iFood movimenta sozinho 0,64% do PIB nacional. A pesquisa identificou três perfis comportamentais predominantes entre seus usuários:

  • Geração Z (18 a 29 anos): utiliza o aplicativo como espaço de descoberta. É o grupo mais sensível a promoções, faz uso do ecossistema em diferentes categorias, como bebidas, shopping e farmácia, e concentra parte do consumo durante a madrugada.
  • Millennials (30 a 42 anos): enxergam o aplicativo como um aliado da rotina. Registram a maior frequência de pedidos mensais, utilizam intensamente as múltiplas categorias da plataforma e apresentam picos de consumo nos almoços de dias úteis e nos fins de semana.
  • Geração X (43 a 59 anos): prioriza conforto e praticidade. O grupo apresenta alta adesão ao uso da plataforma para reposições rápidas de produtos de farmácia e supermercado.

Avanço das multicategorias

Dados internos do iFood reforçam o impacto da expansão da plataforma para além da entrega de refeições. O índice de uso de múltiplas categorias, que mede quantos usuários compram em mais de uma vertical do aplicativo, passou da base 100, em 2021, para 402, em 2025, um crescimento de 302% em quatro anos, em um ritmo oito vezes superior ao observado no início do período.

No segmento de farmácia, o aplicativo se consolidou como uma opção para compras emergenciais. Um em cada dois pedidos é entregue em até 19 minutos e 63% das compras realizadas entre 1h e 2h da manhã têm caráter emergencial.

Já a categoria de supermercados registrou crescimento superior a 34% no volume de pedidos no último ano, impulsionado principalmente por bebidas, que representam 44% das cestas, e doces, com participação de 32%. O segmento pet acompanha a mesma tendência de reposição recorrente, registrando crescimento de 43,5% no número de pedidos.

Fonte: Mercado&Consumo

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