Ex-zagueiro Sergio Ramos pode virar dono de SAF de clube tradicional do Brasil

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Sergio Ramos no Real Madrid – Foto: Reprodução I Redes sociais

Em meio à onda de clubes brasileiros que vêm se transformando em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o Juventude parece estar cada vez mais próximo da sua – e com um nome muito conhecido no meio esportivo.

Dirigentes alviverdes participaram, na última terça-feira, 5, de uma reunião virtual com representantes da Five Eleven Capital, grupo que negocia a aquisição de ações da futura SAF. O encontro teve como principal novidade a participação do zagueiro Sergio Ramos, ex-Real Madrid, que aparece como um dos investidores da proposta.

Até então, não houve avanço concreto nas tratativas, mas a reunião restabeleceu o diálogo entre as partes após o último contato, realizado no início de dezembro. A expectativa é que até o fim desta semana a Five Eleven encaminhe a primeira versão do contrato ao Departamento Jurídico do clube.

Depois de analisado e ajustado, o documento deverá ser submetido ao Conselho Deliberativo.

Sergio Ramos nos investimentos

O interesse de Sergio Ramos em investir no futebol não começou agora, e não se limita ao Juventude. Recentemente, o defensor também apresentou proposta para adquirir o Sevilla, clube que o revelou profissionalmente e pelo qual atuou na temporada 2023/2024, já se encaminhando para a aposentadoria.

Aos 39 anos, Ramos deixou recentemente o Monterrey, do México, mas ainda não oficializou a aposentadoria. Revelado pelo Sevilla em 2003, o zagueiro construiu uma carreira vitoriosa, especialmente com a camisa do Real Madrid e da seleção espanhola.

A proposta

As conversas entre o Juventude e o grupo espanhol começaram no final de 2024. A proposta inicial previa a compra integral do futebol do clube, mas o modelo foi ajustado ao longo das negociações.

No formato atual, a Five Eleven ficaria com 90% das ações da SAF, enquanto os 10% restantes permaneceriam sob controle do clube associativo, em cima de um valor apresentado de R$ 400 milhões, segundo o Globo Esporte.

Além da participação minoritária, o Juventude teria direito a receitas anuais por meio de royalties e a um montante de saída (cash-out), previsto em contrato. O clube também manteria a posse de seus ativos físicos, como o centro de treinamento e o estádio Alfredo Jaconi.

Fonte: A Tarde

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