Quatro pessoas morrem e duas ficam feridas após desabamento de galpão no oeste da Bahia

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Foto: Reprodução/ Blog do Braga

Quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas após um galpão em obras desabar na manhã desta quinta-feira (10), em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. O caso aconteceu em uma unidade pertencente à empresa Galvani.

Segundo informações do Portal Velho Chico News, parceiro do Acorda Cidade, três pessoas morreram ainda no local do desabamento. Uma quarta pessoa chegou a ser socorrida e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade.

Outros dois trabalhadores que ficaram feridos receberam atendimento médico emergencial.

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e atuaram nas buscas e no socorro às vitimas, com o apoio de ambulâncias da própria empresa.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) também foi chamado e esteve no local para a realização da perícia e remoção dos corpos, que foram encaminhados para o Instituto Médico Legal.

A empresa Galvani comunicou, por meio de um posicionamento, que o desabamento aconteceu durante a construção do galpão em sua unidade.

“A Galvani informa que ocorreu um acidente na manhã desta quinta-feira, 10 de setembro, por volta das 10h, durante as obras de construção de um galpão em sua unidade em Luís Eduardo Magalhães, envolvendo colaboradores de uma empresa terceirizada. Foram seis pessoas envolvidas na ocorrência. Infelizmente, quatro pessoas faleceram e duas permanecem sob atendimento médico, em condições estáveis. A companhia está prestando toda a assistência necessária às famílias das vítimas e às demais pessoas envolvidas, além de colaborar com as autoridades locais na apuração das causas do acidente. Lamentamos profundamente o ocorrido e expressamos nossos sentimentos aos familiares e amigos das vítimas”, diz o posicionamento.

As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades. O Ministério Público do Trabalho (MPT) está acompanhando o caso e realizando análise preliminar para avaliar a abertura de inquérito civil para apurar as normas de segurança do trabalho no local.

Fonte: Acorda Cidade

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